Reflexão

Se quiser me reconquistar, não tente descobri a razão que te levou a me perder, e sim a razão que me levou a te amar.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Governo pode prorrogar vacinação contra H1N1 para atingir meta

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, admitiu nesta quarta-feira a possibilidade de o governo prorrogar a campanha de vacinação contra a gripe H1N1, caso a meta de imunização não seja alcançada.

"Estamos no início, mas nossa meta é de 80 por cento da população alvo. É evidente que tudo que acontecer nesse caminho que nos afaste dessa meta vamos ter que repensar. O que queremos é proteger a população", disse Temporão à Reuters.

"Nós podemos fazer qualquer coisa. Fazemos reuniões semanais avaliando e refinando os dados. Se, em algumas regiões, a cobertura deixar a desejar, vamos fazer um esforço para ampliar a cobertura", acrescentou o ministro da Saúde.

Temporão ressaltou que as pessoas que estiverem viajando para fora do país ou que tenham problemas graves que as impossibilitem de ir aos postos de saúde também poderão ser vacinadas fora dos prazos fixados pelo ministério.

No Rio de Janeiro, a procura pela vacina é considerada pequena, visto que a expectativa na primeira fase era imunizar quase 600 mil pessoas, mas a procura não chegou a 200 mil.

Temporão fez um apelo para a população comparecer aos postos de saúde de todo o país, lembrando que a imunização antes do inverno, quando há maior circulação do vírus, é fundamental para o controle da doença.

A campanha de vacinação contra a gripe H1N1 começou no dia 8 de março, quando o público alvo era profissionais da saúde e indígenas. Desde a semana passada até a próxima sexta-feira estão sendo imunizados gestantes, crianças de 6 meses a 2 anos e pessoas com doenças crônicas.

Nas três etapas seguintes serão vacinados adultos de 20 a 29 anos (5 a 23 de abril); idosos, incluindo os que têm doenças crônicas (24 de abril a 7 de maio); e adultos de 30 a 39 anos (10 a 21 de maio).

Este ano, a nova gripe matou ao menos 36 pessoas no país, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No ano passado, foram 2.051 mortes no Brasil.

(Por Rodrigo Viga Gaier)

Um comentário:

emerson disse...

As pessoas estao acordando para a realidade: que a gripe é branda, que a vacina nao é tao segura quanto a OMS e o ministério da saúde afirmam e que os laboratórios farmaceuticos tiveram grande influencia sobre a OMS para diminuir o criterio para proclamar a pandemia nível 6 e a recomendacao para vacinar todos os países.


Foi comprovado que nos países que nao vacinaram nao houve mais mortes do que naqueles que se vacinaram:

http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/diario-digital-de-portugal-gripe-ah1n1.html

"Houve uma manipulação e uma encenação por parte da OMS", acusou a eurodeputada ecologista francesa Michèle Rivais, que disse que a gripe A foi "a crônica de uma pandemia anunciada sob a qual se esconderam interesses econômicos da indústria farmacêutica".

A ministra polaca da Saúde, Ewa Kopacz, sublinhou que os governos "não devem ser reféns dos laboratórios", explicando que a Polónia decidiu recusar encomendas de vacinas contra a pandemia por causa das condições impostas pela indústria, que pareceram "pelo menos duvidosas".

Kopacz referiu que os laboratórios recusaram assumir responsabilidade por quaisquer efeitos nefastos das vacinas.

A ministra da polonia frisou que não só se registaram menos mortes por causa do vírus H1N1 do que por causa da gripe sazonal, como os países que não fizeram campanhas de vacinação não tiveram mortalidade maior.

Veja tambem:
http://www.anovaordemmundial.com/2010/03/opiniao-de-profissionais-altamente.html

"O período de maior ganho em conhecimento e experiência é o período mais difícil da vida de alguém."

Dalai Lama